
O risco. Falhar. Ter medo de falhar. Falhar por ter medo de falhar. Portanto o risco de falhar, a representação.
A vida como uma representação. O risco de falhar na representação da vida. Não ter medo desse risco. Hesitar. A alegria por mudar de personagem. Ainda o risco de falhar mas a alegria. A euforia. A euforia pela alegria ao mudar de personagem. Depois o medo, o medo a desaparecer. Partir.
Uma nova personagem a partir a desaparecer. Ficar a ver partir. A antiga personagem a fugir para cá da nova personagem. Escolher entre a antiga personagem que desaparece e a nova que parte. Decidir ter medo de decidir, hesitar.
Afinal não era para escolher. A escolha feita e imposta. Suportar a imposição do fim. A imagem dura muito tempo. A imagem dura muito tempo e entretanto a pessoa as personagens apanham o comboio. As personagens afastando-se na pessoa dentro do comboio. Beber.
Beber é mudar de personagem. A pessoa não acreditava nesse personagem acreditava na naturalidade. A pessoa teria encontrado a sua nova personagem, de dentro para fora ou de fora para dentro? E com que naturalidade? O que é a naturalidade, onde se separa a naturalidade da influência? Leia o resto deste artigo »