Polegário era o peneirento parolo da paróquia que pacoviamente petiscava pataniscas em permanente paranóia e em perfeita parceria com profusa percentagem da patusca e petulante parvónia da pindérica província. Parecia predestinado para a proverbial pobreza, e a perturbante peçonha que o passeava só o provava. Pardacento, poeirento (3), o pobre patego parecia procurar a própria psicose que precipita a personalidade na pretensa plenitude da paz podre. Previsivelmente, a pancada provinha de um passado perturbado, e prometia o paquiderme a puta de uma parafilia perene, que pene!, perdão, que pena! Porra para o pancas (1), porra, pim!(2)
(3) Peixoto, pára, por pavor!
(1) pasme-se: é perfeitamente perceptível que Pancas é o patético personagem P. Panqueca
padecendo de pirosa pancada!
(2) poderíamos permitir-nos polvilhar prudentemente o Pancas com pertinentes pozinhos de
perlimpimpim?!
Pereira no seu pior? Pois, paciência, pá! Pfff…

